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segunda-feira, 1 de julho de 2013

JULHO



Intenções confiadas pelo Papa 
ao Apostolado da Oração para Julho 2013


Geral: Para que a Jornada Mundial da Juventude que se realiza no Brasil incentive todos os jovens cristãos a serem discípulos e missionários do Evangelho.


Missionária: Para que em todo o continente asiático se abram as portas aos mensageiros do Evangelho.

Dos Bispos: Para que os leigos testemunhem de tal forma o Evangelho na sociedade, que sejam sinas eloqüentes também para os não crentes.

Mariana: Para que como a Virgem Mãe abraçou uma vida em obediência total à vontade de Deus, nós também saibamos descobrir a beleza, a riqueza e a paz a quem esta entrega nos conduz. 

Sacerdotal: Coração de Jesus, que os sacerdotes frente as múltiplas dificuldades, não desanimem, mas os leve a multiplicar os espaços de silêncio e de escuta da Palavra, a cuidar melhor da direção espiritual e do sacramento da Confissão.




Irmã Maria Virginia

Irmã Maria Virginia

Nossa querida Ir. M. Virginia 
voltou para a casa do Pai o dia 17 giugno 2013. 
Deixou a saudade própria das almas simples, discreta e generosa.

Irmã Maria Virginia (nome de batismo Antonia Sguotti), nasceu a Terrassa Padovana (Itália).
Era uma nossa irmã leiga. Pelas obrigaçõe com seus familiares não pode viver no mosteiro, mas pronunciou seus votos como sigilo de pertença total a Deus na nossa Familha Religiosa, o dia 28 de setembro de 1968,
vivendo plenamente o carisma a benefício dos sacerdotes.



Trabalhou toda a vida, ( até que a idade permitiu) como Instrumentista de sala cirúrgica e responsável na escola de enfermagem no ospital central da citade de Rovigo (Itália), onde, pelas suas qualidades humanas e técnicas, era muito procurada e amada por qualquer pessoas que a ela se aproximavam. Até os médicos cirurgiões, de caráter mais difícil, procuravam sua assistência na sala cirurgica, pelas qualidades com que sabia auxiliar!



Quando conheceu nossa Familha Religiosa, e o carisma a benefício dos sacerdotes, foi atraída e queria ingressar no mosteiro, mas pelas obrigações para com seus familhares, não pode deixar tudo – como era seu desejo – e realizou sua vocação, como leiga consagrada.




Lembrancinha do dia de sua Consagração Religiosa: 

“Louvado seja o meu Jesus, 
que na Sua infinida bondade, 
quis hoje unir-me a Ele 
com o doce vínculo dos Santos Votos Religiosos!”



Nosso Padre Confundador, Mons. Agotinho Partesani, no dia de sua consagração, deu a ela o “Nome Novo” de Irmã Maria Virginia, pela pureza, inocência de sua alma que transparecia em toda sua pessoa e atitudes.


Esta virtude (a pueza) era acompanhada da mais alta caridade, paciencia e delicateza no tratto e nas palavras! Aproximar-se dela era como beber de uma fonte transparente e puríssima, que encantava e animava. 
O seu ser simples e reservado, comunicava a presença de Deus que se espelhava no seus olhos azuis, cor do céu! Virginia, sobe viver plenamente as carateristica 
das Servas da Ssma. Trindade, proprio como a Madre Fundadora (M. M. Assunta da Trindade) comunicava as suas filhas espirituais. 
Estamos convencidas que, pela santidade de sua vida, se encontra já na gloria do céu, junto com nossa Madre Fundadora, o Padre Confundador, as irmãs que já partiram desta vida e todos os santos do paraíso! Por isso pedimos que ela reze por nós e nos socorra neste caminho rumo a santidade que Deus pensou para cada uma de nós.

A pureza, humildade, semplicidade 
e a mais alta caridade reinavam na vida da ir. M. Virginia

OBRIGADA IRMÃ M. VIRGINIA! 
FOI UMA ALEGRIA CONHECER-TE E VIVER CONTIGO! 
A ALEGRIA SERÀ AINDA MAIOR, 
QUANDO NOS ENCONTRAREMOS 
PARA SEMPRE NO CÉU!



Deixo um testemunho escrito que uma senhora colocou no jornal catolicoda dicese de Rovigo 
“La Settimana”, em ocasião do retorno a Casa do Pai da nossa santa irmã M. Virginia.

Petrificado da dor pela morte do meu pai,no necrotério doantigo hospital de ViaBadaloni, numa manhã fria em abril, uma enfermeira vem até mim
 sussurra: "Vinde a aquecer, preparei uma xícara de café ".

Este foi Antoinette,mulher incomparável mulher Evangelho em que o amor de Deus e amor aos nossos irmãos estavam unidos em um vínculo indissolúvel, pela perfeita harmonia de uma fé firmemente ancorada a doutrina e compaixão para todos aqueles que cruzaram seu rota diária.

Durante os anos em que como enfermeira do hospital velhos, Antonietta (assím apelidavam seu nome) alternava sua presença em sala de operação como instrumentista e assistente as jovem da escola de enfermagem, formando com a doçura de mãe e segura experiencia, atraindo a estima dodas as pessoas, mas especialmente 
a dos assistentes e médicos.

Em casa, cuidou por anos dos seus tios idosos, com  paciencia e vigilância. Quando,após a aposentadoria, ela se mudou
na casa modesta Via Vecellio, para ser mais perto de sua paróquia, a Catedral, sua casa tornou-se um cenáculo de fraternidade, onde foram recebidos em primeiro lugar os sacerdotes para alguns dos que, além da veneração incondicionalmente ofereceu muitos anos, a hospitalidade de uma almoço o jantar cotidiano. Isso ela fazia também para pessoas das mais diversas em idade, etnia ou status social em busca de um alojamento; para todas encontrava tempo e várias formas de ajudar,  e tudo sem hesitação ou reservas.

Seu compromisso com a comunidade da paróquia foi múltiplo: Ministro Extraordinário Eucaristia, assídua freqüentadora das reuniões de Ação Catolica, voluntária entusiasta nos trens para UNITALSI  que acompanhavam os pacientes a Lourdes; 
constantemente 
delicada e discreta na assistência aos Sacerdotes nas suas necesidades,  doentes e idosos.
Em anos mais recentes ofereceu a sua casa, em que no pátio tinha sido criado uma pequena gruta de Lourdes em homenagem a Virgem Imaculada, alí se faziam as reuniões e lectio divina.

A fonte de sua riqueza espiritual que derramava sem medida em  quem se encontravam em dificuldade, como foi testemunhado justamente no funeral.

Don Carlo, a encontrava frequentemente na Igreja das monjas de clausura “Servas da SSma. Trindade”, onde ficava longas oras em oração e adoração do Santìssimo Sacramento.

Nos últimos dias de sua vida, ele teve a alegria de saber que Maria Bolognesi, de que era um grande admiradora e cuja memória reverenciada, tinha sido beatificada.

Antoinette era para nossa diocese uma figura de grande enlevo humano e espiritual.

Nós, que a amavamos temos que não esquecer sua lembrança, sua memória, afeição para ela, mas sue exemplo de vida cristã deve
 motivar o nosso desejo de imitar as suas virtudes.

Diana Bellinetti