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sábado, 6 de julho de 2013

DIA 7 DE JULHO - DOMINGO XIV DOMINGO DO TEMPO COMUM





DIA 7 DE JULHO - DOMINGO
XIV DOMINGO DO TEMPO COMUM

Leitura I (Isaías 66,10-14) 
“Vou fazer a paz correr 
para ela como um rio”.


Paz, paz, paz, dizem. E não há paz. Não há paz na sociedade, nem nas famílias, nem nas almas. O que acontece para que não haja paz? Por que tanta crispação e tanta violência, por que tanta inquietação e tristeza nas almas, se todos desejam a paz?


A paz vem de Deus e é um dom divino que sobrepuja todo o entendimento


“– Se nos comportarmos deste modo, a alegria será tua e minha, porque é propriedade dos que vencem. E com a graça de Deus – que não perde batalhas – chamar nos emos vencedores, se formos humildes” 
Josemaría Escrivá, Forja, n. 102


“A violência e a injustiça – frisa João Paulo II – têm raízes profundas no coração de cada indivíduo, 
de cada um de nós”


Do coração procedem “todas as desordens que os homens são capazes de cometer contra Deus, contra os irmãos e contra eles próprios, provocando no mais íntimo das suas consciências uma ferida, uma profunda amargura, uma falta de paz que necessariamente se reflete no entrançado da vida social. 
João Paulo II


Mas é também do coração humano, da sua imensa capacidade de amar, da sua generosidade para o sacrifício, que podem surgir – fecundados pela graça de Cristo – sentimentos de fraternidade e obras de serviço aos homens que, como um rio de paz (Is 66, 12). 
João Paulo II



Salmo responsorial 65/66
“Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira”.

Vinde ver todas as obras do Senhor:
seus prodígios estupendos entre os homens!


O futuro da paz está nos nossos corações, pois o pecado não foi tão poderoso que pudesse apagar completamente a imagem de Deus no homem, mas apenas “sujá‑la, deformá‑la, debilitá‑la; pôde ferir a alma, mas não aniquilá‑la; obscurecer a inteligência, mas não destruí‑la; dar lugar ao ódio, mas não eliminar a capacidade de amar; desviar a vontade, mas sem chegar ao ponto de tornar impossível a retificação”. 
F. Suárez, op. cit., pág. 63


Como uma criança que a mãe consola, assim eu vos consolarei.


Leitura II (Gálatas 6,14-18)
“Trago em meu corpo as marcas de Jesus”.
A palavra da cruz é loucura para os que se perdem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.


Evangelho (Lucas 10,1-12.17-20 ou 1-9)
“Se ali houver algum homem pacífico, repousará sobre ele a vossa paz”.

Olhamos para Cristo, descobrimos a sua grande misericórdia, “como se Ele estivesse aí detrás, como que escondido, para nos dizer: essas são as misérias que tomei para Mim, para te mostrar pessoalmente, nesta solidão e nesta dor, qual é o amor do Pai, o único capaz de livrar‑te delas, de virá‑las de certo modo pelo avesso e utilizá‑las para a tua salvação. Então poderá ressoar no ouvido do nosso coração a palavra: a tua fé te salvou e Eu te curei. Vai em paz!”
Não há paz sem contrição. 
(S. Pinchaers, En busca de la felicidad, Palabra, 
Madrid, 1981, pág. 157)


A verdadeira paz “se baseia na justiça, no sentido da inviolável dignidade do homem, no reconhecimento de uma igualdade indelével e desejável entre os homens, no princípio básico da fraternidade humana, quer dizer, no respeito e no amor devidos a cada homem” 
Paulo VI, Mensagem para a jornada mundial 
da Paz de 1971


Bem‑aventurados os artífices da paz, porque serão chamados filhos de Deus


Peçamos a Nossa Senhora, ao terminarmos este tempo de oração, que saibamos recorrer com humildade às fontes da paz – o Sacrário, a Confissão, a direção espiritual.


Rainha da paz, rogai por nós..., rogai por mim.